
Vá para longe de mim, me deixe quieto no canto com minhas teorias e conclusões, me olhe de cabeça baixa e olhos trémulos. Não grite mais uma palavra que devoro sua mente. Feche a boa rubra, esgote seus pensamentos e saia de perto de mim. Agora. Mude sua direção, aumente seu ritmo...corra corra!!!.....abro minhas asas e sumo, no céu, no véu, no breu, no encardido do que sobrou do que fizerem de mim. Encardido....sujo....E de cima de tudo corro através dos meus pensamentos e salto salto para longe para dentro para nunca mais....e grito e grito....e minhas borboletas se libertam e choram todas, como nunca como sempre como todos e lá em baixo todos todos todos....voam, e choro. A meio fio, me equilibro e tento me concentrar. E minhas borboletas choram. E no meio de tudo paro e vejo, não vejo, mas mais.... mais nada
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